segunda-feira, 7 de agosto de 2017

"A Biblioteca Invisível"

Oiiii pessoal, tudo bem?

Hoje, venho contar pra vocês um pouquinho do livro "A Biblioteca Invisível".

Imagem: Google
A autora, Genevieve Cogman, é britânica e escreve fantasia e RPG. "A Biblioteca Invisível" é o primeiro volume, escrito em 2015 (acreditem, só fiquei sabendo que tem mais livros porque resolvi escrever aqui para o blog...kkkkkkkk). Ao que parece, os outros 3 títulos ainda não tem tradução para o português.

Bem, a história deste livro se passa em uma realidade alternativa, onde existe uma biblioteca que ninguém sabe que realmente existe. Os bibliotecários deixam tudo para trás e vivem para este trabalho. 

Claro, como em todo ambiente corporativo, existem as intrigas. Na história não é diferente com a protagonista, Irene. Além de se preocupar com o que sua "rival" poderia estar querendo no mesmo caso que ela, Irene ainda precisa lidar com seu auxiliar, o jovem Kai. Ele também esconde um segredo, mas com o tempo tudo vai se clareando.

Neste mundo, os bibliotecários possuem um dom, o da Linguagem. Não é magia, mas é diferente de tudo o que os outros seres fantásticos realizam na história.

"A Linguagem sempre funcionava bem quando instruía coisas a serem o que naturalmente eram ou a fazerem o que naturalmente queriam" (p.16 )
Imagem: Google

Kai e Irene foram mandados a Londres, mas a Londres do passado. Lá o Caos está querendo tomar conta e eles precisam encontrar o original dos Irmãos Grimm. Obviamente, existem outros atrás do famoso exemplar. 

Posso dizer que aparecem vampiros, robôs, dragões, seres humanos... enfim, muita fantasia presente nesse livro.

Aqui, relacionei alguns trechos do livro que falam o que é essa Biblioteca Invisível:

"É comumente conhecida, entre as pessoas que já ouviram falar dela, como a Biblioteca Invisível, já que está escondida da maioria das pessoas. [...] somos agentes de uma biblioteca que existe entre os mundos alternativos. Nossa tarefa é recolher livros de todos esses mundos para a Biblioteca, a fim de preservá-los." (p.206)

"[...] todos nós ligados à Biblioteca somos pessoas que escolheram essa forma de vida porque amamos livros. Nenhum de nós queria salvar mundos." (p.208)

"Para salvar obras criadas. Com o tempo, se o alternativo original perdê-las, podemos devolver exemplares, para que não fiquem perdidos. E, enquanto isso, a Biblioteca existe e sobrevive." (p.209)

Confesso que demorei um pouco para entrar na história... mas para quem gosta de fantasia, é um universo bem bacana! Espero que os próximos sejam traduzidos e sejam bons!!

Parando para pensar um pouco, me fez lembrar a série "The Librarians". Eles viajam para outros lugares, encontram seres fantásticos e, apesar da biblioteca ser mais real, ninguém sabe que aqueles bibliotecários estão sempre "caçando" objetos místicos, salvando pessoas etc.

Espero ter deixando um "gostinho de quero mais" para vocês lerem este livro. Se você já leu, diga o que achou! Vamos ficar felizes com seu comentário!!

Por AleVeras

domingo, 30 de julho de 2017

Blogagem Coletiva - #52SemanasdeGratidão - 30/52

Arquivo pessoal
Oiiii pessoal!!!

Esta semana tivemos muitos motivos para agradecer! Tantos presentinhos lindos!!

Presentes, necessariamente, não precisam ser materiais, mas pode ser um sorriso, um gesto, algo simples que observamos... mas o olhar precisa estar em sintonia com algo maior, porque como diz o Pequeno Príncipe "o essencial é invisível aos olhos". 

Às vezes ficamos tão presos na rotina que viramos máquinas, repetindo sempre a mesma coisa. Um dia, eu percebi que estava assim. Eu acordava e sempre fazia tudo do mesmo jeito, na mesma ordem; se eu mudasse um pouquinho, já me atrapalhava toda. Claro que existem pessoas que precisam desta "rotina", desta "ordem" para se organizarem, mas existe uma diferença em você precisar disso para se organizar e você estar nisso porque é mais fácil, ou só porque acostumou. Depois desta percepção, tentei sempre mudar algo na rotina. Por mais simples que fosse, me ajudou a parar e prestar mais atenção às coisas pequenas. 
Santuário de Atibaia

E nesse corre-corre, deixamos de observar os presentinhos que Deus nos proporciona. Mas, como falei acima, nesta semana tivemos muitos destes presentinhos... pessoas, momentos, plantinhas, orações, conversas, lua, natureza, bênçãos, amizade, carinho, amor, tranquilidade, paz... 

Convido-os a se observarem durante a semana e ver o que podem fazer para sair da "rotina", sair do "mecânico". Se você é de oração, inclua uma oração no meio dos afazeres, como diria o Padre José Kentenich uma "pausa criadora". Ou simplesmente, olhe pro céu, observe a rua, ouça sua música favorita, sorria para um estranho na rua, fale bom dia para quem você nunca fala... é o pequeno que tem mais valor!

Por AleVeras



Stardust e BB-8 (o nome das plantinhas....kkkkkkk)
Santuário de Atibaia


Arquivo pessoal

Arquivo pessoal

domingo, 23 de julho de 2017

Blogagem Coletiva - # 52SemanasdeGratidão - 28-29/52

Olá pessoal!
Esses dias aqui na minha cidade, fez manhãs geladas, depois um sol ardido e a noite voltava ficar frio. Ouvi muitas pessoas reclamando do frio. Aí me perguntava: "frio, que frio?". Temos dias gelados, mas frio mesmo, esse faz tempo que não faz. Quem é mais 'antiguinho' irá lembrar dos tempos severos do inverno, principalmente em São Paulo, a famosa cidade da garoa.
Me veio a lembrança da infância, as famosas toucas de lã, xales e polainas (rs). Neste período, saía menos para brincar; então ficava mais tempo embaixo do cobertor, assistindo televisão. Passava a planejar aventuras na primavera ou fazer o que mais gostava: desenhar e colorir. (Só um adendo: o colorir era com uma caixa de lápis de cor de seis cores, na caixinha tinha vermelho, branco, preto, azul, verde e amarelo. Sempre me perguntava porque o branco?) Quando mais velha, aproveitava esta estação para montar meu caderno de poemas.

Bom, vamos falar do inverno. Em casa eu era a que mais gostava desta estação. Sim, amo inverno, amo também a primavera e o outono... não, não sou fã do verão, nem sei explicar qual a razão.
Acho que sempre fui do contra; minha alegria é o inverno, pena que não podia hibernar, assim seria completa minha alegria.
Cresci e continuo amando o inverno, porém sei que é uma estação que judia dos mais pobres, das crianças e dos idosos. Mas, o inverno tem uma certa magia, um quê especial, oculto e belo.Vejo como é fácil se sentir feliz, com o belo, as cores. Porém, encontrar alegria nos dias cinzentos, nas cores sóbrias, isso é um exercício diário.
Resumindo, são nos dias de frio que exercitamos a sensibilidade, e se encontra o germinar da vida. No silêncio ouvimos a voz do coração, no escuro o valor da luz. Descobrimos que o branco tem mais de 50 tons; no frio as pessoas se aconchegam e, no final do inverno, sempre chega a primavera, mostrando todo o trabalho silencioso do inverno.

Nice Sestari



domingo, 9 de julho de 2017

Blogagem Coletiva - #52SemanasdeGratidão - 27/52

Nesta semana, queremos agradecer os sorrisos! Aqueles que por mais singelos que sejam, tornam o nosso dia mais feliz!



Tem gente que sorri mostrando os dentes; outros que sorriem de orelha a orelha; tem até aqueles que sorriem com os olhos... São muitas as formas de sorrir! Mas é o sentimento que vem do coração que conta.

Um sorriso pode mudar o dia de alguém. Às vezes pensamos que somente os grandes feitos é que transformam vidas, mas, na verdade, os pequenos contam muito mais. É aquilo que vem do coração, que é feito com alma...

E você? Já sorriu para alguém hoje?!

terça-feira, 4 de julho de 2017

Maratona de Leitura!

Olá caros viajantes literários!

No mês de julho, nem sempre dá para fazer uma viagem longa. Porém, aproveitamos para pequenos passeios como, ir ao cinema, teatro, museus,  visitar os amigos, familiares, passeios em cidades próximas. Ou ficamos em casa colocando a vida em dia. Pensando nisso:

Convidamos vocês para nossa Primeira Maratona de Férias, aqui no Projeto 'Tem Que Ler Mesmo?'

Esta maratona é bem simples, apenas serve para incentivar a leitura; convide seus amigos para ler com você. Ou quem sabe leia junto ou para uma criança. Caso tiver um tempinho que tal visitar um doente, um idoso e ler para ele?!

Veja abaixo o banner, qualquer dúvida é só deixar seu recadinho. Não esqueça de colocar #MaratonaLiteráriaVaptVupt 

Carimbe seu passaporte e boa leitura!

Grupo do Projeto 'Tem Que Ler Mesmo?' no face: Veja aqui!


segunda-feira, 3 de julho de 2017

Blogagem Coletiva - #52SemanasdeGratidão - 24-25-26/52

Olá pessoal!
Estamos atrasadas com nossa blogagem, mas sempre agradecendo por tudo e por todos!
Deixo aqui meu carinho e gratidão bem especial para Elaine Gasparetto e em breve irei visitar todas as meninas do projeto, já deixo aqui minhas desculpas pela falta que estou com vocês!
http://www.elainegaspareto.com

Talvez o agradecimento de hoje fique um tanto confuso, vou aqui devanear um pouco, para chegar onde quero. 
Há um conto de Machado de Assis chamado " Um Apólogo", debate de argumentos entre um novelo de linha e uma agulha. E pensando nisso me veio a mente esta semana a palavra 'linha'. Sim, linha em toda a sua manifestação.
Quem já não ouviu falar da linha do tempo, linha da vida, linha do trem, na linha do horizonte, uma linha imaginária, ou então a frase ' ande na linha', aí pensei na linha de costura.

Pronto cheguei onde quero. A linha de costura com suas cores, formatos, tamanhos e, junto com elas, as pessoas que executam trabalhos maravilhosos.

A bordadeira que, com tecido e um bastidor, escolhe o desenho e, com a suavidade das mãos, borda a mais bela figura com suas linhas. 

A costureira que ao escolher o modelo a costurar, junta uma peça aqui e ali, com a linha forma uma vestimenta maravilhosa.

E a crocheteira que com a linha e uma agulha faz grandes artes, tapetes, toalhinhas, mantas, cachecóis, sapatinhos e etc.
Para esses profissionais que, com delicadeza, nos enche os olhos de alegria, nossa

Por Nice Sestari


sábado, 1 de julho de 2017

Resenha "Depois de Auschwitz"


SINOPSE

"Em seu aniversário de quinze anos, Eva é enviada para Auschwitz. Sua sobrevivência depende da sorte, da sua própria determinação e do amor de sua mãe, Fritzi. Quando Auschwitz é extinto, mãe e filha iniciam a longa jornada de volta para casa. Elas procuram desesperadamente pelo pai e pelo irmão de Eva, de quem haviam se separado. A notícia veio alguns meses depois: tragicamente, os dois foram mortos.

Este é um depoimento honesto e doloroso de uma pessoa que sobreviveu ao Holocausto. As lembranças e descrições de Eva são sensíveis e vívidas, e seu relato traz o horror para tão perto quanto poderia estar. Mas também traz a luta de Eva para viver carregando o peso de seu terrível passado, ao mesmo tempo em que inspira e motiva pessoas com sua mensagem de perseverança e de respeito ao próximo – e ainda dá continuidade ao trabalho de seu padrasto Otto, pai de Anne Frank, garantindo que o legado de Anne nunca seja esquecido."
http://universodoslivros.com.br/livros/depois-de-auschwitz/550/

O subtítulo desse livro sempre me deixou intrigada, porque está escrito assim: “O emocionante relato da irmã de Anne Frank que sobreviveu ao holocausto”. Para quem já leu “O Diário de Anne Frank” surge aquela pulguinha atrás da orelha: Ué, mas a Margot Frank morreu no mesmo ano da Anne e ela não tinha outra irmã! Mas depois de ler eu entendi e agora você também vai entender!

O livro é uma biografia, da Eva Schloss, e confesso que não sou fã de biografias, mas essa é excelente. Ela conta sua vida antes, durante e depois do holocausto. Com 15 anos ela foi mandada para o Campo de Concentração e, o que era uma vida feliz e com muitos amigos, foi sendo degradada. A separação da família também é algo muito forte e marcante na vida de Eva.

Mas confesso que o mais interessante, para mim, foi ela contar o depois do Campo. Meio redundante eu citar isso, visto que o título do livro é justamente esse. Mas é que, às vezes, alguém pode acabar se apegando mais aos fatos no campo, do que fora dele.

Bem, não li outros livros que falassem da vida depois de estar em um campo de concentração, mas achei que as coisas tinham ficado um pouco mais fáceis. O que claramente, não ficou. O preconceito ainda era muito forte na época e havia pouca receptividade.

Ah, deixe-me explicar sobre estar escrito que Eva era irmã da Anne Frank. O pai e o irmão de Eva morrem no campo e apenas ela e sua mãe sobrevivem. Eva e sua mãe já conheciam Otto Frank antes do campo. Bom, com o tempo a mãe de Eva se casa com Otto, e conforme os anos passaram e Otto falece, é Eva quem dá continuidade aos projetos relacionados à Anne Frank. O parentesco dela é, na verdade, com Otto, mas uma relação padrasto-enteada. Quando era criança, ela conheceu Anne Frank, mas não cultivaram um laço de amizade.

Super recomendo este livro! Ele nos faz pensar, inclusive, na maneira como vivemos hoje. Sabemos que no fundo, alguns conceitos ainda sobreviveram, infelizmente. E Eva trouxe uma mensagem de esperança àqueles que ela encontrou no meio do caminho, com suas palestras e cuidando do legado de Anne Frank.






“Anne Frank escreveu no final de seu diário, pouco antes de ser capturada, que ainda acreditava que as pessoas tinham bons corações, mas eu me pergunto o que ela pensaria se tivesse sobrevivido aos campos de concentração de Auschwitz e Bergen-Belsen. Minhas experiências revelaram que as pessoas têm uma capacidade única para crueldade, brutalidade e completa indiferença aos sentimentos humanos. É fácil afirmar que o bem e o mal existem dentro de cada um de nós, mas eu vi a realidade de perto, e isso me levou a uma vida de questionamentos sobre a alma humana.”

Por Ale Veras