quarta-feira, 30 de dezembro de 2015

Projeto "Tem que ler mesmo?"

O Projeto "Tem que ler mesmo?", que começou em 2015 com um pequeno grupo no Facebook, vai fazer uma viagem pelos Continentes! 

O que era apenas um desafio entre amigos, em 2016, se torna um Projeto aberto à todos, que querem sair da zona de conforto e se aventurar por outras leituras/autores. 

Como vai acontecer?
O participante irá ler 1 livro ou mais e escolherá qual tipo de viagem literária gostaria de fazer. Cada bimestre será um continente. Há 3 tipos de viagem: Mochileiro, Classe Econômica e Primeira Classe. O leitor/passageiro poderá escolher uma ou mais formas de viagem.

Iremos indicar alguns livros e países para ajudar na viagem, mas fique livre para ler o que mais lhe agradar.

Qual o roteiro da viagem?

JANEIRO/FEVEREIRO: Oceania
MARÇO/ABRIL: Ásia
MAIO/JUNHO: África
JULHO/AGOSTO: Europa
SETEMBRO/OUTUBRO: América do Sul
NOVEMBRO/DEZEMBRO: América Central e América do Norte

Como participar?
a) Entre no grupo do Projeto no Facebook, aqui;
b) Verifique o roteiro;
c) Escolha a forma de viajar (nada o impede de escolher mais de uma modalidade);
d) Dentro da modalidade escolha o autor(a) ou a história que tenha a ver com o continente/país do bimestre;
e) Ao final da leitura deixe seu parecer e foto do livro, contando sua aventura no grupo do Facebook (SEM SPOILER!). Não esqueça de colocar a hashtag #ProjetoTemQueLerMesmo
 

Senhores passageiros, o 1° semestre já está aguardando o embarque:

Janeiro/Fevereiro: Oceania
Mochileiro: livro a escolha (dentro do continente determinado)
Classe Econômica: livro que virou filme (dentro do continente determinado)
Primeira Classe: Clássico (dentro do continente determinado)

Março/Abril: Ásia
Mochileiro: livro a escolha (dentro do continente determinado)
Classe Econômica: romance (dentro do continente determinado)
Primeira Classe: Clássico (dentro do continente determinado)

Maio/Junho: África
Mochileiro: livro a escolha (dentro do continente determinado)
Classe Econômica: mitologia (dentro do continente determinado)
Primeira Classe: Clássico (dentro do continente determinado)

Julho/Agosto: Europa
Mochileiro: livro a escolha (dentro do continente determinado)
Classe Econômica: Rei/Rainha - Nobreza (dentro do continente determinado)
Primeira Classe: Clássico (dentro do continente determinado)

Setembro/Outubro: América Latina  
Mochileiro: livro a escolha (dentro do continente determinado)
Classe Econômica:Inicial do seu nome Livro ou autor  (dentro do continente determinado)
Primeira Classe: Clássico (dentro do continente determinado)

Novembro/Dezembro: América Central e América do Norte
Mochileiro: livro a escolha (dentro do continente determinado)
Classe Econômica:escrito por uma mulher  (dentro do continente determinado)
Primeira Classe: Clássico (dentro do continente determinado)

O Projeto "Tem que ler mesmo?" é um PROJETO, não um desafio. A viagem deve ser prazerosa, vocês podem participar de todos os bimestres ou só de alguns. Aqui as releituras também estão liberadas! Nossa viagem é para expandir novos horizontes culturais e o prazer da leitura. 

Convide seus amigos para esta viagem conosco!

Ah, se você tem blog, copie nossa tag e não esqueça de dar os devidos créditos ao Projeto! Deixe um recadinho aqui para que possamos te visitar também!

Preparem as malas/livros e boa viagem!!



segunda-feira, 28 de dezembro de 2015

Livro ilustrado - Projeto Leitura Mágica 2015 - Dezembro

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                                       “A princesinha de Vader” e “Darth Vader e filho”

Entrando no clima da recente estreia de “Star Wars: O despertar da força” (muito booom, aliás), esses dois livros são, simplesmente, a coisa a mais fofa!!

O grande Darth Vader, além de dominar a galáxia, tem que cuidar de seus dois filhos, Luke e Leia. Para aqueles que já têm filhos, sabe-se as dificuldades e, porque não, os perrengues que se pode passar com as crianças. Pois bem, o Lord Sombrio passa por situações do dia-a-dia que todos os pais já passaram, não importando a galáxia onde habitam.

Jeffrey Brown ilustra, nas duas histórias, como seria Vader se criasse seus filhos, misturando elementos e frases dos filmes. Um poderoso Sith, que domina todo o império, não consegue dominar o difícil temperamento da filha e nem as manhas do filho. Posso dizer que rende muitas risadas e nos coloca tão mais próximos desse grande vilão que atrai gerações.

E as ilustrações? Excelentes!! Parecem pintadas à mão, são ricas em detalhes e bem coloridas. Tudo parece que acabou de ser feito. Além, é claro, de ser de capa dura. Quem resiste a um livro de capa dura?! 

Que a força esteja com vocês!

Para ler em um dia - Projeto Leitura Mágica 2015 - Dezembro


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“O Pequeno Príncipe”, escrito por Antoine de Saint-Exupéry, em 1943, é um dos livros mais lidos e mais traduzidos do mundo.

“Um piloto cai com seu avião no deserto e ali encontra uma criança loura e frágil. Ela diz ter vindo de um pequeno planeta distante. E ali, na convivência com o piloto perdido, os dois repensam os seus valores e encontram o sentido da vida. Com essa história mágica, sensível, comovente, às vezes triste, e só aparentemente infantil, o escritor francês Antoine de Saint-Exupéry criou há 70 anos um dos maiores clássicos da literatura universal. Não há adulto que não se comova ao se lembrar de quando o leu quando criança. Trata-se da maior obra existencialista do século XX, segundo Martin Heidegger. Livro mais traduzido da história, depois do Alcorão e da Bíblia, ele agora chega ao Brasil em nova edição, completa, com a tradução de Frei Betto e enriquecida com um caderno ilustrado sobre a obra e a curta e trágica vida do autor.” (uma sinopse mais recente, de uma publicação mais recente também...)

O Principezinho que encanta gerações nos fala de diversos temas, como amizade, amor, pureza, preocupações da vida adulta, ganância...enfim, diversos assuntos que, se lidos nas entrelinhas, despertam os mais nobres sentimentos e nos fazem refletir sobre como estamos levando a vida.

Apesar de ser um livro infanto-juvenil, diria que é muito mais para os adultos. Toda a aventura que o Príncipe passa nos abre os olhos ao que poderá nos ocorrer na vida adulta e como dificultamos as coisas, ao invés de simplificá-las. Cada personagem nos remete a um acontecimento da nossa vida...

Um livro super recomendado! E sugiro que leiam não só em um dia, mas sempre que possível e várias vezes durante a vida. Em cada momento da vida, entende-se de uma forma diferente.

quarta-feira, 23 de dezembro de 2015

Feliz Natal



O conto abaixo é a forma de externar nosso carinho por todos vocês e de agradecer a Deus por seu Amor! E os presentinhos que Ele nos deu! Ale Dossena representa todos que por aqui passam! Paz e Bem!

A revista de capa dourada
Ale Dossena



"Pedro morava em uma comunidade muito pobre e ajudava seus pais a cuidarem da banca de revistas da família. Ele acordava cedinho todos os dias, beijava sua mãe e ia para a escola. Quando voltava, passava as tardes na banca, desempacotando entregas, separando jornais e organizando as prateleiras.

Diferente dos outros meninos, no final das suas tarefas, ele não pedia para seu pai as balas e os doces que ficavam nos potes em cima do balcão. Ele gostava de doces, mas o que ele queria mesmo era outra coisa. Pedrinho arregalava os olhos e sempre fazia o mesmo pedido:

- Papai, eu posso ler uma revista?

Após ouvir o sim de seu pai e mesmo sem ter pedido, ganhar um docinho, ele escolhia na prateleira uma nova capa para abrir, sempre coloridas e alegres, as preferidas de Pedrinho. E assim, ele ficou conhecendo o mundo inteiro. Com as revistas conheceu várias paisagens, mares, construções gigantescas e imponentes. Ele conheceu planetas, universos, tipos de flores e animais, palavras e cores diversas. E descobrir coisas novas, mesmo sendo através de fotos impressas, sempre o deixava muito feliz.

Até que um dia ele encontrou uma revista bem diferente de todas que já tinha lido. No final da prateleira, escondida e amassada, havia uma capa dourada, com um personagem que ele já conhecia: o Papai Noel!

Ele folheou as páginas devagarzinho e percebeu que a revista inteira falava sobre o Natal. E então ele ficou com ela por vários dias, conheceu a casa do Papai Noel, os elfos que o ajudavam, seu trenó e as renas que o dirigiam. E dessa vez foi diferente, ele não se contentou só com a revista e queria conhecer aquelas terras distantes onde a neve enfeitava os pinheiros e os presentes de Natal eram embalados.

Na noite em que folheou a última página, Pedrinho fez um pedido antes de dormir. Gostaria que o Papai Noel naquele ano, presenteasse todas as crianças carentes do seu quarteirão, que nunca tinham recebido um presente de Natal.

E foi então que magicamente, ele foi levado em sonhos para a casa do Papai Noel, escreveu sua cartinha, conheceu a fábrica de brinquedos e acordou sentindo-se o menino mais feliz do mundo. Ao menos ele havia sonhado com tudo que desejava conhecer.

Mas quando chegou o Natal, Pedro ganhou uma surpresa. Saiu cedo para a rua, atento com o alvoroço que ouvia. Encontrou as crianças carentes da vizinhança brincando felizes com os presentes que ganharam. Esfregou os olhos, foi até elas para realmente ter certeza do que via. E conversando com todos, também descobriu que além dos presentes, elas ganharam um presente muito melhor, o carinho e o abraço das pessoas da comunidade.

Pedro então correu para sua casa para pegar seu brinquedo e juntou-se a eles. Foi o melhor Natal da sua infância!

O que ele nunca soube, foi que na noite em que fez o pedido em voz alta, sua mãe que passava pela porta do quarto, o ouviu. Então ela juntou as pessoas da comunidade e criou uma ação para arrecadar brinquedos para as crianças. Muitas pessoas das comunidades vizinhas doaram e muitas amizades foram feitas.
Porque o verdadeiro Natal é isso. Amor, carinho, solidariedade."


Visite o site da Escritora Ale Dossena 
http://www.aledossena.com.br/





 "Em 2012, iniciei oficialmente minha carreira de escritora publicando meu primeiro livro, a coletânea de poesias "Sonhando & Poetizando". Em 2013 publiquei meu primeiro livro de contos direcionado para o público infanto-juvenil, "O diário de Lirityl", e hoje trabalho na finalização de mais um livro infantil."

quarta-feira, 16 de dezembro de 2015

Jane Austen Day - Heroínas de Jane Austen

Postagem Coletiva
(Steventon, 16 /12/ 1775 – Winchester, 18 /07/ 1817)


Que alegria falar de quem se admira e, principalmente, dividir com pessoas especiais!

Patrícia, obrigada pela ideia da postagem; Márcia e Ale Dossena, obrigada por reforçar esse singelo grupo.

Hoje é dia de falar desta sublime escritora inglesa, nossa amada Jane Austen. O que mais me chama a atenção em seus romances é a sua ironia sarcástica, a forma com que ela consegue mostrar a insatisfação da qual a mulher é submetida em sua época.

Jane Austen viveu na época da regência, mas suas obras se destacam em uma sociedade rural georgiana. Algo que me chama atenção é que ela nada cita sobre a guerra, sobre Napoleão ou o início da Revolução Industrial.

Tinha como confidente e amiga sua irmã mais velha, Cassandra. Elas trocavam muitas cartas e hoje se conhece uma série destas correspondências.

filme de 2007 - Becoming Jane


Dizem que Jane teve um breve amor juvenil com Thomas Lefroy, por motivos econômicos o romance não vingou. Detalhe: Austen era pobre!
filme  de 2007 - Becoming Jane


Faleceu aos 41 anos, pela Doença de Addison. Está enterrada na Catedral de Winchester.
Suas últimas palavras foram: "Não quero nada mais que a morte"



Sua primeira obra foi "Sense and Sensibility", (Razão e Sensibilidade ou Razão e Sentimento) entre 1810 /1811. Foi publicado de forma anônima, com o pseudônimo: "By a Lady".
arquivo pessoal - foto


De forma democrática, nós,  Heroínas de Jane Austen, vamos falar de uma personagem. A escolhida foi Marianne Dashwood, irmã da bem humorada Margaret e da reservada Elinor. Depois da morte de seu esposo
Henry Dashwood, Mrs. Dashwood e suas filhas se veem em situação difícil e se mudam para Devonshire, Barton Park.
arquivo pessoal - scrap



Marianne conhece John Willoughby, e se apaixona imediatamente por ele. Acredito que também ele sente o mesmo. Mas o 'destino' não se comove com os pombinhos. Eles acabam por se separar. Adianto que o Sr.
Willoughby aprontou!
filme de 1995-Razão e Sensibilidade
 
Desde o início, Coronel Brandon sentiu uma atração muito forte por Marianne, mas a jovem

o despreza e o considera muito velho.
Paciente e mais vivido ele consegue atrair a atenção de Marianne, enquanto ela passava por um período de desilusão, desejando até a morte.
filme de 1995 - Razão e Sensibilidade


Marianne tem o comportamento das adolescentes; tudo muito intenso, tudo muito dramático, vive pelos seus impulsos, o mundo gira entorno dela, mas com o tempo amadurece e começa a usar um pouco mais a razão.

E vê naquele que desprezava, Coronel Brandon, seu amor. Um amor mais contido, mais grato, sólido e amigo.

Marianne vive a diferença entre paixão e amor! Razão e Sentimento!

Visite também os blogs das Heroínas:
Ale Dossena - http://alehartesanato.blogspot.com.br
 
Marcia - http://scrapnauta.blogspot.com.br
 
Patricia - https://casinhadelivro.wordpress.com