quinta-feira, 31 de março de 2016

O Caminho Jedi

Olá pessoal! 

Hoje temos uma resenha do universo de Star Wars!! Fica essa sugestão de leitura...

“O Caminho Jedi” é um manual para estudantes da Força. Sim, mais um livro para o universo de Star Wars! Ele conta tudo o que um Jedi precisa saber, técnicas de sabre de luz, o que faz um padawan, quando um Jedi se torna Mestre, e até alertas sobre o lado negro.
A parte bacana é que o livro tem um layout todo diferente, capa dura, folhas com corte diferente do comum e, o melhor de todos, comentários de Jedis que leram o manual. Claro que não vou contar quais são eles, mas é muito interessante!!!

O livro traz diversas explicações, que podem ser novidade para muitos, assim como o foi para mim. Mas ao mesmo tempo me trouxe para mais perto das religiões. Faz muito lembrar alguns ritos que encontramos em diversas religiões. Não sei como explicar, mas me aproximou muito das minhas crenças, apesar de ser uma obra de ficção.

Para os amantes da saga Star Wars, é um livro que amplia a visão sobre este grande universo, tira muitas dúvidas e nos dá conceitos novos também. Recomendo para todos que querem mergulhar neste universo!


By Ale Veras

segunda-feira, 28 de março de 2016

Projeto "Tem que ler mesmo" - “A garota que eu quero” (Oceania)

A história nos apresenta Cameron, ou Cam, um jovem cheio de pensamentos mas muito fechado em si. É o mais novo dos irmãos, Steve, Sarah e Rube. Rube é o galanteador, que sai com todas as mulheres e depois as descarta, o que Cameron acha horrível. Sarah vive tirando fotos e registrando os momentos da família Wolfe, depois de ter passado por momentos difíceis. Steve é jogador de futebol (americano, se eu entendi bem), não mora com a família e, a princípio, sempre tratou Cam com muita diferença. O senhor e senhora Wolfe, são pais como todos os outros, que se preocupam e dão bronca quando necessário. Temos também Octavia, mas para não dar spoiler, é uma pessoa que fez grande diferença na vida de Cam.
É Cam quem narra, portanto são seus pensamentos que se sobressaem ao longo da história. Ele é jovem, cheio de ideias, desejos, e decide escrever aquilo que se passa dentro de si. Ele se sente muito inferior aos seus irmãos; os encontros entre eles, às vezes, são apenas silêncio e olhares. Ele narra acontecimentos de sua vida com a família, amores, desilusões e tudo o que se passa em seu jovem coração.

Confesso que o livro não foi muito atrativo para mim, mas achei muito interessante o crescimento do personagem Cameron. Ele passa da insegurança, para a admiração por parte dos irmãos. E ele que sempre se sentiu nada…

“A menina que roubava livros” é, sem dúvidas um excelente livro (só li estes dois do autor), mas o jeito de escrever de Markus Zusak é notório neste livro também. A história em si não me agradou muito, somente da metade que foi realmente se desenrolando. Como já mencionei, o crescimento de Cam foi a melhor parte.

Você já leu este livro? O que achou?

By Ale Veras



quinta-feira, 24 de março de 2016

Poesia para aquecer a alma


Olá pessoal!
Uma amiga muito especial, postou está linda poesia no face e pedi para postar aqui no blog. 
Obrigada Ela Cristina pela gentileza e obrigada por ser esta pessoa tão especial!





Escadas, templos, tempos e portas...
chegada
toalha molhada
rostos
frente a frente num olhar pálido
sede
sede na alma que grita,
sussurra, corre absurdamente
verticais
e se não fosse das mais fortes
a própria existência
simplesmente sentindo
possível
no chão tintas, pincéis, coração, tênis, mochilas,
perfumes
verdades que se chocam num delírio profundo de encontro
luz
medo e grito
se nesse grito me abrigo de um pulsar que lança
e lá no fundo queima
sangra
na verdade eu te digo, nunca, nem ninguém conheceu o amor como eu conheci
Que me diz?
acalanto, mar, esperança?
vivo

* Ela Cristina

quarta-feira, 23 de março de 2016

Onde está meu coração?



Este livro reúne todas as homilias pascais proferidas por Jorge Mario Bergoglio enquanto arcebispo de Buenos Aires (2000-2012) e Papa Francisco (2013-2014).
 
 
 'Ressuscitou. Voltem sobre seus passos, voltem à Galileia do primeiro amor.' 
 

'Hoje, noite de Páscoa, necessitamos que nos anuncie fortemente esta palavra e que nosso coração frágil e pecador se abra à admiração e ao estupor do encontro e possamos escutar dos lábios d'Ele a reconfortante palavra: "Não temas. Sou Eu".'



'...peço ao Senhor Jesus que faça descobrir a muitos jovens aquele ardor do coração que faz acender a alegria logo que alguém tem a feliz audácia de responder com prontidão à sua chamada.'




Clique na figura para aumentar

sexta-feira, 18 de março de 2016

# 5 - Presente Literário





                                                               Tirso Molina

Pseudônimo de Fray Gabriel Téllez, nasceu em Madrid em 24/03/1579 - faleceu em Almazán em 12/03/1648 . Religioso espanhol que se destacou como dramaturgo, poeta e narrador do Barroco.

Tirso foi o primeiro autor a dar profundidade psicológica aos personagens femininos, que se tornaram protagonistas das suas obras.
 
Sua dramaturgia abrange principalmente a comédia, como Don Gil das culatras verdes e obras hagiográficas como a trilogia de O Santa Juana ou Senhora com um olival.

Ficou famoso pela criação de Don Juan, um personagem arquetípico da literatura espanhola e que detém uma ampla descendência literária no continente europeu. 

As lendas diziam que Don Ruan seduzira, estripara ou matara uma jovem moça de família nobre da Espanha, e também assassinara seu pai. Depois, tendo encontrado num cemitério uma estátua deste, jocosamente a convidara para um jantar, convite este aceito alegremente pela estátua. O fantasma do pai ali também chegara. As visões acerca da lenda variam de acordo com as opiniões sobre o caráter de Don Juan, apresentado dentro de duas perspectivas básicas. De acordo com uns, era um mulherengo barato, concupiscente, cruel sedutor que buscava apenas a conquista e o sexo. Outros, porém, pretendem que ele efetivamente amava as mulheres que conquistava, e que era verdadeiramente capaz de encontrar a beleza interior da mulher.




terça-feira, 15 de março de 2016

Razão e Sensibilidade

'Heroínas de Jane Austen'



Ler um clássico já é motivo de alegria. Agora ter um grupo tão especial quanto o 'Heroínas de Jane Austen' é alegria em dobro.
Começamos nossa jornada pelo mundo 'Austen' com o livro Razão e Sensibilidade, escrito em 1795, mas publicado em 1811. Jane Austen tinha apenas 20 anos.
A história é da família Dashwood, mais propriamente as irmãs Elinor e Marianne, seus relacionamentos, conquistas, amores e frustrações.
Jane faz criticas pesadas a sociedade da época, mesmo sendo jovem ela consegue se sentir incomodada, com a situação da qual a mulher é condicionada a viver.
No inicio da historia a escritora já nos mostra quem é quem, quando tem herança em jogo. 
Com a morte do Mr. Dashwood, Elinor, Marianne, Margaret e Mrs Dashwood são literalmente expulsas de casa, pelo filho do primeiro casamento de Mr Dashwood. Manipulado por Fanny(sua esposa), John não cumpre a promessa feita para o pai. 
O privilégio da herança vai sempre para o primeiro filho, assim Jane Austen já começa a mostrar as dificuldades de ser mulher. 

A preocupação de toda mãe para arranjar bons casamentos, se tornava um hábito comum. No livro isso é bem claro e lógico a família do rapaz também ficava de olho nas belas moças, principalmente se o dote era bem farto.
Austen através de suas duas principais personagens Elinor e Marianne, nos mostra as 'fraquezas' de expor seus sentimentos e também mostra o quanto uma mulher pode ser racional. Nos dois pontos a mulher sofre, porque tem sempre que abrir mão de algo.
O papel  de Mrs Dashwood  (mãe)  é de uma mulher fraca, sonhadora e tola, assim como Marianne. Elinor a filha mais velha que toma algumas posições diante dos empregados, da casa, se mostra bem mais madura.
Certos personagens são  arquétipos de como a  sociedade se comportava. Tudo regado a fofocas, casamento infeliz, interesses e mais interesses. Sir John Middleton (rico) , Mrs. Jennings (a alcoviteira)  mãe de Lady Middleton (reservada) e Charlotte Palmer (a tola).

O marido de Charlotte Palmer, o Senhor Thomas Palmer é a figura do político da época , deseja alcançar o Parlamento e sua figura é rude e bem preguiçoso. 
Já a família Ferraz tem uma mãe preocupada que seus filhos se casem bem, Mrs Ferraz é uma mulher muito antipática. Tem 3 filhos Fanny (egoísta e ambiciosa) casada com John Dashwood (avarento), Edward o filho mais velho, tem alguns segredos, é super tímido e se apaixona por Elinor. E Robert o mais novo, este é a sociedade em pessoa, só se preocupa com status e sua aparência, quando menos  se espera passa a perna na família.
Coronel Brandon é o amigo, pessoa centrada e polida, também tem seus segredos e apaixonado por Marianne. Este personagem mostra que a Inglaterra estava em guerra, pois sua figura deixa claro. Austen é muito sutil sobre este assunto. Motivo de reflexão para mim.

Já John Willoughby é demonstração do jovem da época, aproveitador do dinheiro alheio, galanteador, dá falsas esperanças as donzelas, mas também pode se apaixonar e se decepcionar.
Anne/Nancy e Lucy Steele são irmãs e todas com a mesma intenção fazer bons casamentos. Típicas mocinhas de uma sociedade que induz a mulher se achar fraca e sem condições de trabalhar para seu próprio sustento. São tolas, manipuladoras e Lucy é astuta e oportunista.
Há outros personagens secundários que também nos mostra  a fraqueza, interesses, malícia, segredos e alguns são vítimas por serem ingênuos ou por serem proibidos de viver conforme seu coração.


Assim tudo acontece em compromissos sociais, bailes, visitas, chás da tarde, jogos de carta, cavalgadas, compromisso à Paróquia, principalmente entre as mulheres. Estas em uma posição passiva e submissa.
E não poderia faltar o humor ácido desta amada autora.
                                                                                                                                                                             By Nice Sestari


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Outras obras de Jane Austen aqui: Mansfield Park / Orgulho e Preconceito
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